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Homens... ?2.06.09por David Moisés, Seção: Estudos/estatísticas 20:05:44.
Marmanjos de 30 anos que moram na casa dos pais tendem a justificar seu arrastado processo de saída do ninho enumerando sérias questões estratégicas: necessidade de garantir primeiro um bom início de carreira, turbinar o currículo com pós-graduações em série, começar uma boa poupança, não queimar dinheiro com moradia própria etc. Mas experimente tirar a mamãe do cenário. Sem ela na casa, cuidando da comidinha do filhão, das roupas lavadas & passadas e da arrumação do quarto superequipado, todo esse cenário econômico perde magicamente a importância, e eles caem fora. Isso aparece em números: homens de 25 a 34 anos que vivem nas regiões metropolitanas do Brasil têm chances três vezes maiores de morar com os pais quando a mãe está na área. A cientista social Regiane de Carvalho estudou microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) para sua dissertação de mestrado sobre as chamadas famílas-cangurus (que retêm os filhos por mais tempo) e constatou que "o fato de ter ou não mãe viva foi uma variável muito importante". Tão importante que ela deu a seu trabalho o título sugestivo Casa, comida e roupa lavada: fatores associados à saída do jovem brasileiro do domicílio de origem, apresentado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Entre 1986 e 2006, a proporção de homens de 25 a 29 anos vivendo com os pais, nas cidades brasileiras, subiu de 32,2% para 44%. Na faixa dos 30 a 34 anos, disparou de 13,7% para 22,2%. "A maioria tem alto nível de escolaridade e trabalha", conta Regiane. É bem verdade que as mulheres também passaram a ficar mais com os pais: segundo a PNAD, em 20 anos cresceu de 46,3% para 50,4% a parcela de filhas de 25 a 34 anos nas famílias urbanas do País. Mas, além de ser um aumento comparativo bem menor, cresceu o porcentual de mulheres que ocupam posição de responsáveis pelo domicílio, diferentemente do que ocorre com os filhos do sexo masculino.
Além disso, é preciso estudar mais a fundo a participação do filho no domicílio, para fazer uma distinção entre aquele que está em casa aproveitando o conforto da mãe e aquele que não pode ir embora porque os pais são idosos e ele precisa morar junto para cuidar, inclusive sustentando ou ajudando economicamente. "O ideal seria fazer um estudo qualitativo entrevistando diretamente os jovens e conhecendo histórias individuais, o que é um trabalho que ainda pretendo fazer no futuro, talvez no doutorado", diz a pesquisadora.
"As famílias conviventes são, em grande medida, constituídas por filhos(as) jovens (não só os adolescentes) que se casam e/ou têm filhos, mas que continuam, pelo menos por um tempo, no mesmo domicílio que seus pais. Esta é uma particularidade dos arranjos domiciliares do Brasil. A permanência na casa dos pais coexistindo com a parentalidade/maternidade precoce, indica que o(a) jovem, embora permaneça em certo grau dependente dos pais, já adquiriu papel social e responsabilidade de adulto", comenta a cientista social. QUALCOSA CHE NON C'ÈTutto questo tempo a chiedermi Cos'è che non mi lascia in pace Tutti questi anni a chiedermi Se vado veramente bene Così Come sono Così Così un giorno Ho scritto sul quaderno Io farò sognare il mondo con la musica Non molto tempo Dopo quando mi bastava Fare un salto per Raggiungere la felicità E la verità è che Ho aspettato a lungo Qualcosa che non c'è Invece di guardare il sole sorgere Questo è sempre stato un modo Per fermare il tempo E la velocità I passi svelti della gente La disattenzione Le parole dette Senza umiltà Senza cuore così Solo per far rumore Ho aspettato a lungo Qualcosa che non c'è Invece di guardare Il sole sorgere E miracolosamente non Ho smesso di sognare E miracolosamente Non riesco a non sperare E se c'è un segreto E' fare tutto come Se vedessi solo il sole Un segreto è fare tutto Come se Fare tutto Come se Vedessi solo il sole Vedessi solo il sole Vedessi solo il sole E non Qualcosa che non c'è ELISA TOFFOLI O fim que traz alívio
QUIROGA A CRISE DA ECONOMIA AMERICANAPaul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares
financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1
milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma
grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como
garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000
dólares.
Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar,
comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares.
A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele comprometeu:
comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho
e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 636 polegadas, 43
notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul,
sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.
Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis
estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em
construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham liquidez
O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar
outras casas e revender com lucro. Fácil...parecia fácil. Só que todo mundo
teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a
subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em
imóveis se transformara num desastre.
Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.
Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3
casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as
prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do
cartão de crédito.
Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que
pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria
revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só
pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou.
Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3
casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem
receber de milhões de especuladores iguais a Paul.
Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos
que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou
como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua
família pararam de consumir
Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam
feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os
empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos
passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls
esses títulos começaram a valer pó.
Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam
disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas
também em bancos europeus e asiáticos.
Os imóveis eram as garantias dos empréstimos mas esses empréstimos foram
feitos baseados num preço de mercado desse imóvel, preço que despencou. Um
empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de
repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia
compradores.
Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como
os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de
Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de
bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba.
Acabou.
Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por
medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito.
Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha
crédito não queria dinheiro emprestado.
O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é
medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.
O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de
juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a
injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush
lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do
imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações levam
meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora
não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.
O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até
que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma
economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas
economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear
Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.
No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo
JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi
vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160
dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre
quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O
mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima
segunda-feira.
O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar
apenas começando. Só o tempo dirá. 25 DICAS PARA SER MAIS FELIZ
01 - Seja ético.
A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma
valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta desejo de
vingança.
02 - Estude sempre e muito.
A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para
oferecer.
03 - Acredite sempre no amor.
Não fomos feitos para a solidão.
Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando
de uma forma ruim para você.
Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.
04 - Seja grato a quem participa de suas conquistas.
O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo
trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros
motivados.
05 - Eleve suas expectativas.
Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer.
Os perdedores dizem: "Isso não é para nós".
Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.
06 - Curta muito a sua companhia.
Casamento dá certo para quem não é dependente.
07 - Tenha metas claras.
A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que
não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras
ao sucesso, etc...
Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
08 - Cuide bem do seu corpo.
Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida
saudável. Seu corpo é seu templo.
Gostar da gente deixa as portas abertas para os outros gostarem
também.
09 - Declare o seu amor.
Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que
queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são
fundamentais.
10 - Amplie seus relacionamentos profissionais.
Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de
oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos
decisivos.
11 - Seja simples.
Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação
desnecessários.
12 - Não imite o modelo masculino do sucesso.
Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos
sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios.
Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas
conosco.
Preserve a sensibilidade feminina - é mais natural e mais criativa.
13 - Tenha um orientador.
Viver sem orientação é decidir na neblina, sabendo que o resultado
só será conhecido, quando pouco resta a fazer.
Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais
bem sucedido, pra lhe orientar nas decisões, caso precise.
14 - Jogue fora o vício da preocupação.
Viver tenso e estressado está virando moda.
Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas
incompatíveis. Bobagem... Defina suas metas, conquiste-as e deixe as
neuras para quem gosta delas.
15 - O amor é um jogo cooperativo.
Se vocês estão juntos é para jogar no mesmo time.
16 - Tenha amigos vencedores.
Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.
17 - Diga adeus a quem não o merece.
Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é masoquismo, é
atrapalhar sua vida.
Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando,
empreste, venda, alugue, doe... e deixe o espaço livre para um novo
amor.
18 - Resolva!
A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os
problemas desnecessários.
19 - Aceite o ritmo do amor.
Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho,
ninguém está sempre no auge da paixão.
Cobrar de si e do outro, viver nas nuvens é o começo de muita
frustração.
20 - Celebre as vitórias.
Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas
queridas. Grite, Sorria, encha-se de energia para os desafios seguintes.
21 - Perdoe!
Se você quer continuar com uma pessoa, esqueça o passado para viver
feliz. Todo mundo erra, a gente também.
22 - Arrisque!
O amor não é para covardes.
Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza
pedir. E o único risco será o de engordar.
23 - Tenha uma vida espiritual!
Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer.
Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma.
Oração e meditação são fontes de inspiração.
24 - Muita paz.
Aprender a olhar para as pequenas coisas, como o voar de pássaro, a brisa.
25 - Harmonia e amor .... SEMPRE!!
Mário QuintanaPresença
É Preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento das horas ponha um frêmito em teus cabelos... É Preciso que a tua ausência trescale sutilmente, no ar, a trevo machucado... As folhas de alecrim desde há muito guardadas não se sabe por quem nalgum móvel antigo... Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela e respirar-te, azul e luminosa, no ar... É Preciso a saudade para eu sentir como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida... Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista, que nunca te pareces com o teu retrato... E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te... Belíssimo conteúdo musical
NIENTE PAURA
Testo e Musica: Luciano Ligabue Edizioni Warner Chappell Music Italia/Fuoritempo
a parte che gli anni passano niente paura a parte che ho ancora il vomito niente paura tira sempre un vento a parte che i tempi stringono niente paura
Niente Paura Musicisti: Mastering: George Marino presso Sterling Studios New York *mais sobre o artista: http://www.ligachannel.com/ Do início...Tudo começou em janeiro de 2004 - toda passagem de ano determino um objetivo especial a conquistar, apenas um - o de 2004 foi encontrar os documentos necessários para fazer valer meu direito a cidadania italiana/europeia e assim seguir do Brasil para Europa e requerer minha dupla cidadania no país de origem do meu bisnono - Itália.
Em agosto a viagem estava marcada, e com todos os documentos encontrados mas por cumprir um lento caminho burocrático, decidi fazer uma paragem em Portugal, que a princípio deveria ser de um mês...dois no máximo. Porém, como todos nós sabemos, a vida nos leva de encontro aos nossos objetivos por caminhos que nem sempre são os de nossa escolha, mas são incrivelmente melhores do que poderíamos supor.
E foi assim, com a vida "retardando" a conquista de um documento, que tive a mais feliz oportunidade de conhecer um povo tão peculiar na forma de ser e estar na vida, que sem qualquer questionamento me acolheu com o calor do coração, da alma e de uma casa aconchegante. Isabel, Júlia e Deolinda, Ágata (meu Deus, a Ágata!), Magda, Vera, Sueli, Palmira (vixemariasantíssima!!!), MarcoJucá, tantos amigos queridos, tantos clientes que aceitaram meu trabalho "esquisito" e tantos destes que viraram amigos do peito...
Maio de 2007, com aquele aperto que já era de saudade, com aquele nó na garganta que dá quando temos que ir embora, sigo adiante sem brigar com a vida.
Hoje, depois de sete meses de Itália, tenho em mãos o documento que reconhece minha cidadania italiana; uma casinha gostosa para receber todos os amigos; um novo caminho a trilhar e muita disposição para aprender mais e mais...
Agradeço com imenso amor e carinho a todos que direta ou indiretamente me ajudaram a estar aqui agora... Especialmente ao Artur (meu paciente irmão), a Sandra e Edu (meus vizinhos queridos) que me dão integral suporte no Brasil e ao Max (mio fidanzato) que me "aguenta" aqui na Itália. :-)
Desejo que 2008 seja um ano de Grandes ReEncontros
...no mais amplo significado da palavra...
Rosana Costa
O Primeiro Postal de NatalO primeiro postal de Natal surgiu na Inglaterra, pelas mãos do pintor John Callcott Horsley (1817-1903), em Dezembro de 1843, a pedido de Sir Henry Cole (1808-1882), director do South Kensington Museum (rebaptizado, em 1899, de The Victoria and Albert Museum). Sir Henry Cole era assistente no Public Records Office, para além disso era escritor e editor de livros e jornais. Cole escreveu livros sobre arte e arquitectura sob o pseudónimo de Felix Summerly, e fundou o jornal The Journal of Design. Este possuía, ainda, o Summerly's Home Treasury, através do qual eram publicados livros infantis, de entre as histórias publicadas contam-se "Cinderela", "João e o pé de feijão" e "A Bela e o Monstro", entre outros. No Natal, Sir Henry escrevia cartas aos seus familiares, amigos e conhecidos, desejando-lhes Boas Festas. Contudo, devido ao seu trabalho, este tinha pouco tempo para escrever tantas cartas. Assim , ele (tal como todas as outras pessoas que escreviam cartas de Boas Festas) comprava papel de carta decorado com motivos natalícios ou então, comprava postais de festas genéricos, nos quais se podia acrescentar a festa de que se tratava. Perante isto, Sir Henry pediu a Horsley para lhe criar um postal com uma única mensagem que pudesse ser duplicada e enviada a todas as pessoas da sua lista. A primeira edição destes postais foi colorida à mão, nestes podia ver-se uma família a festejar com a legenda "Merry Christmas and a Happy New Hear to You" (Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para ti). Estes foram impressos num cartão por Jobbins de Warwick Court, Holborn, Londres, sendo, posteriormente, pintados à mão por um profissional de nome Manson. Estes foram publicados no " Summerly's Home Treasury Office, 12 Old Bond Street, Londres", pelo seu amigo e sócio Joseph Cundall. É Preciso Saber...* Este discurso não foi publicado, foi censurado. Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência alguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros). O jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta de Cristovam Buarque: "De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa. Só nossa!" Beijo na Boca
O primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, segundo indica uma pesquisa sobre o ato de beijar realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York.
No estudo, que analisou reações e percepções de 1.041 pessoas sobre o beijo, 59% dos homens e 66% das mulheres disseram já ter descoberto, após o primeiro beijo, não estarem mais interessados em alguém por quem se sentiam atraídos anteriormente.
“O que ocorre durante um primeiro beijo pode ter um efeito profundo sobre o futuro do relacionamento”, relataram os autores da pesquisa no artigo publicado na revista científica Evolutionary Psychology.
“Talvez o beijo nessas circunstâncias pode ativar mecanismos evoluídos que funcionam para desencorajar a reprodução entre indivíduos que podem ser geneticamente incompatíveis”, dizem os pesquisadores.
Forma de avaliação
O estudo indicou ainda que as mulheres em geral dão mais importância aos beijos do que os homens.
Elas utilizariam o ato inicialmente como uma forma de avaliar o receptor do beijo como um parceiro em potencial e, posteriormente, como forma de manter a intimidade e de analisar a condição do relacionamento.
Segundo o estudo, as mulheres teriam mais propensão em avaliar as habilidades do parceiro com pistas químicas (como o hálito e o gosto de suas bocas) e tomariam a aparência dos dentes como uma das principais variáveis analisadas para tomar a decisão de beijar alguém.
Os homens, por sua vez, utilizariam o beijo primordialmente como ferramenta para aumentar a possibilidade de envolvimento em uma relação sexual, segundo a pesquisa.
Eles teriam menos reservas em relação à escolha de alguém para beijar ou manter uma relação sexual.
Os homens estariam mais propensos a ter sexo com alguém sem beijar, a ter sexo com alguém a quem não se sentem atraídos ou com alguém que consideram não beijar bem.
Estar Sozinho...Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio.
As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre os opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência e pouco romântica, por sinal. A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem. O homem é um animal que vai mudando o mundo e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade , o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem juntos. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes pensamos que o outro é nossa alma gêmea e , na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há aconchego o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo... Flávio Gilkovate (médico psicoterapeuta)
"A PIOR SOLIDÃO É AQUELA QUE SE SENTE QUANDO ACOMPANHADO"
Dias estranhos tenho passado...
Estranha estou EU nos dias que passam...
No escuro... No fundo sem fim... Na estrada sem sinalização... Na barca furada... No carro sem freio... Na ponte caída... Na bola de neve... No olho do furacão... Na ponta do iceberg...
Espero...
Que se abram as janelas... Bater o pé pra subir... Ver uma placa indicando o caminho... Tapar o buraco... Não precisar do freio... Um riachinho... Brincar com o bola de neve... Piscar o olho... Derreter o ice no copo com limonada...
Rosana Costa©
Assine Também!! CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA
Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta. Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos, ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias. Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua. Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso, como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo. Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais. Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:
"A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais" Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal:
A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!
É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.
links relacionados: http://www.obt.inpe.br/prodes/ http://www.ipam.org.br/web/index.php http://www.brasil-turismo.com/amazonia.htm http://www.lbaconferencia.org/port/press_images.htm
... estranho...
Caldo... molto caldo...É assim que está o clima por aqui...
Caldo... veramente caldo...
Sim!! Estou em Itália e uma nova fase se inicia agora...
Então... Quer um abraço?
Há um ano, Juan Mann era só um homem estranho que ficava parado no Pitt
Street Mall em Sydney, Austrália, oferecendo abraços de graça para as
pessoas que passavam pelas ruas. Um certo dia, Mann ofereceu um abraço a
Shimon Moore, o líder da banda Sick Puppies e, desde então, se tornaram bons
amigos. Um certo dia Moore decidiu gravar Mann fazendo sua campanha por
"Free Hugs".
Na medida em que o Free Hugs atingia proporções maiores, o conselho da
cidade tentou banir a campanha. Então Mann e seus amigos fizeram uma
petição com mais de 10.000 nomes apoiando a campanha do abraço de graça.
Quando Mann morreu, Moore decidiu mixar o vídeo que ele tinha feito do Free
Hugs com a música "All the Same", que ele havia gravado com a sua banda Sick
Puppies. Vale a pena conferir o vídeo. Um filme que apresenta uma verdadeira
história que inspira humanidade e esperança.
Algumas vezes um abraço é tudo que precisamos. Free Hugs é uma história
real, sobre um homem que acreditava que sua missão era trazer alegria na
vida das pessoas através de um abraço.
* play video 2007
Há um sete em 2000.
E há quem diga que sete é número de mentiroso.
Mas para falar a verdade, acho que isso é o maior Um Sete Um.
Na bíblia, sete significa perfeição e plenitude.
Na química, PH neutro e equilibro.
Para Deus, sete foram os dias necessários para toda a sua criação e o
merecido descanso.
Para James Bond, sete é o número que acompanhando de dois zeros conquista as mulheres.
Por falar nisso, sete são as maravilhas do mundo!
Sete também são as vidas do gato.
Mas como a sua é uma só, aproveite 2007, sete dias por semana.
Imite a sétima arte: sonhe e crie histórias para um 2007cinematográfico.
Faça como a branca de neve: tenha no mínimo sete amigos.
Se aparecer algum bicho de sete cabeças, lembre-se que depois da chuva
vem as sete cores do arco íris.
E com o Sol, vem o Dó-Ré-Mi-Fá-Lá-Si ...
A vida é assim mesmo: um jogo, ora com 7erros, ora com dezena de acertos.
Não vale a pena acreditar que quebrar um espelho trás sete anos de azar.
Mas muito cuidado com os sete pecados capitais.
Que 2007 seja tudo aquilo que você sempre quis.
Elevado a sete.
Sete abraços e infinitas possibilidades e felicidades!
* Este texto foi adaptado e não sei quem o escreveu, chegou por e-mail, e eu que já andava bastante curiosa sobre o número 7...
E para os que como eu são curiosos, deixo alguns endereços interessantes sobre o assunto:
http://www.joselaerciodoegito.com.br/site_tema387.htm
http://www.mtm.ufsc.br/~andsol/portugues/mat/sete.html
http://jangadabrasil.com.br/fevereiro30/al30020a.htm
http://www.eusouluz.iet.pro.br/setenario.htm
http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/105895
...Tou quase chegando...
Pra já deixo um enorme beijo a todos os queridos que passam por aqui!! * Manias...Aiaiaiiiiii Minhas manias.... Nossa Senhora!! Tem é tempo que isso está na minha cabeça... É o tema da brincadeira de minhas colegas de blog...
Fiquei pensando... Esta semana me lembrei de uma mania de anos. Toda vez que compro um par de sapatos, daqueles tipo: minha cara; saio da loja e imediatamente começo a olhar todas as vitrinas de sapatos para comparar o preço, só para ter certeza de que fiz uma excelente compra. Mania de arrumar tudo antes de fazer a bagunça, por exemplo: -Arrumar a mesa de trabalho antes de começar a trabalhar, isso é claro, quando a mesa de trabalho não é só minha, se fosse, já estaria arrumada, SEMPRE! -Arrumar a cama antes de dormir, tipo assim, acordo muito cedo, levanto, escovo os dentes, tomo o café, e no final quero dormir mais, então arrumo a cama bem arrumada e depois desarrumo para dormir de novo! Não durmo em lugar algum sem ter certeza absoluta de que está limpo, se o lençol é sem "bolinhas" daquelas que a gente sente na pele.. pffffffffffffffff Tiro todos os fiapinhos de cada gomo da mexerica e depois a pele toda antes de comer... Mania de dar palpite. Manias... Manias... Manias... Mania de tantas coisas, mas não vou entregar assim não... :-) |
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