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    Homens... ?

    2.06.09

    por David Moisés, Seção: Estudos/estatísticas 20:05:44.

    Marmanjos de 30 anos que moram na casa dos pais tendem a justificar seu arrastado processo de saída do ninho enumerando sérias questões estratégicas: necessidade de garantir primeiro um bom início de carreira, turbinar o currículo com pós-graduações em série, começar uma boa poupança, não queimar dinheiro com moradia própria etc. Mas experimente tirar a mamãe do cenário. Sem ela na casa, cuidando da comidinha do filhão, das roupas lavadas & passadas e da arrumação do quarto superequipado, todo esse cenário econômico perde magicamente a importância, e eles caem fora.

    Isso aparece em números: homens de 25 a 34 anos que vivem nas regiões metropolitanas do Brasil têm chances três vezes maiores de morar com os pais quando a mãe está na área. A cientista social Regiane de Carvalho estudou microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) para sua dissertação de mestrado sobre as chamadas famílas-cangurus (que retêm os filhos por mais tempo) e constatou que "o fato de ter ou não mãe viva foi uma variável muito importante". Tão importante que ela deu a seu trabalho o título sugestivo Casa, comida e roupa lavada: fatores associados à saída do jovem brasileiro do domicílio de origem, apresentado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).



    Como é o carinho da mamãe que realmente conta, a disponibilidade de colinho é um fator importante. Regiane reviu a bibliografia sobre o tema e concluiu que filhos únicos ou com poucos irmãos são os que se sentem realmente confortáveis para ir ficando. Ter menos irmãos significa mais recursos e espaço na casa, maior privacidade e conforto, e menor disputa pelos cuidados maternos. "Isso diminui a motivação para a saída", diz a pesquisadora. E, como as famílias brasileiras estão tendo cada vez menos filhos, a rapaziada anda bem à vontade.

    Entre 1986 e 2006, a proporção de homens de 25 a 29 anos vivendo com os pais, nas cidades brasileiras, subiu de 32,2% para 44%. Na faixa dos 30 a 34 anos, disparou de 13,7% para 22,2%. "A maioria tem alto nível de escolaridade e trabalha", conta Regiane. É bem verdade que as mulheres também passaram a ficar mais com os pais: segundo a PNAD, em 20 anos cresceu de 46,3% para 50,4% a parcela de filhas de 25 a 34 anos nas famílias urbanas do País. Mas, além de ser um aumento comparativo bem menor, cresceu o porcentual de mulheres que ocupam posição de responsáveis pelo domicílio, diferentemente do que ocorre com os filhos do sexo masculino.



    .É difícil observar os números sem lembrar de um certo acento ibérico ou italiano neste cuidado materno. De fato, as taxas brasileiras de filhotes pernudos e barbados se equiparam direitinho às taxas de jovens que moram na casa dos pais em países como Portugal, Espanha e Itália, "o que é explicado pela forte influência da família nessas culturas”, segundo a pesquisadora. Mas as mammas podem não ser as únicas a prender a ninhada hoje em dia. Com uma prole cada vez menor, "haveria uma preferência dos pais por prolongar a convivência com estes filhos, evitando a síndrome do ninho vazio”, especula Regiane.

    Além disso, é preciso estudar mais a fundo a participação do filho no domicílio, para fazer uma distinção entre aquele que está em casa aproveitando o conforto da mãe e aquele que não pode ir embora porque os pais são idosos e ele precisa morar junto para cuidar, inclusive sustentando ou ajudando economicamente. "O ideal seria fazer um estudo qualitativo entrevistando diretamente os jovens e conhecendo histórias individuais, o que é um trabalho que ainda pretendo fazer no futuro, talvez no doutorado", diz a pesquisadora.


    A PNAD também reflete, evidentemente, os problemas sócio-econômicos nas famílias de baixa renda, nas quais os filhos permanecem como dependentes dos pais por falta absoluta de perspectivas. Segundo Regiane, a parcela de filhos homens que não trabalham nem estudam também aumentou. Além disso, há famílias que abrigam filhos-pais, homens e mulheres que já tiveram filhos e precisam de apoio temporário ou permanente. Muitos parceiros e parceiras desses filhos-pais também são agregados no domicílio.

    "As famílias conviventes são, em grande medida, constituídas por filhos(as) jovens (não só os adolescentes) que se casam e/ou têm filhos, mas que continuam, pelo menos por um tempo, no mesmo domicílio que seus pais. Esta é uma particularidade dos arranjos domiciliares do Brasil. A permanência na casa dos pais coexistindo com a parentalidade/maternidade precoce, indica que o(a) jovem, embora permaneça em certo grau dependente dos pais, já adquiriu papel social e responsabilidade de adulto", comenta a cientista social.

    QUALCOSA CHE NON C'È

     
     
     
     
    Tutto questo tempo a chiedermi
    Cos'è che non mi lascia in pace
    Tutti questi anni a chiedermi
    Se vado veramente bene
    Così
    Come sono
    Così
    
    Così un giorno
    Ho scritto sul quaderno
    Io farò sognare il mondo con la musica
    Non molto tempo
    Dopo quando mi bastava
    Fare un salto per
    Raggiungere la felicità
    E la verità è che
    
    Ho aspettato a lungo
    Qualcosa che non c'è
    Invece di guardare il sole sorgere
    
    Questo è sempre stato un modo
    Per fermare il tempo
    E la velocità
    I passi svelti della gente
    La disattenzione
    Le parole dette
    Senza umiltà
    Senza cuore così
    Solo per far rumore
    
    Ho aspettato a lungo
    Qualcosa che non c'è
    Invece di guardare
    Il sole sorgere
    
    E miracolosamente non
    Ho smesso di sognare
    E miracolosamente
    Non riesco a non sperare
    E se c'è un segreto
    E' fare tutto come
    Se vedessi solo il sole
    
    Un segreto è fare tutto
    Come se
    Fare tutto
    Come se
    Vedessi solo il sole
    Vedessi solo il sole
    Vedessi solo il sole
    
    E non
    Qualcosa che non c'è
     
     
    ELISA TOFFOLI

    O fim que traz alívio



    Enquanto isso, aqui na Terra um novo e inédito capítulo da história da civilização humana está sendo escrito, tornando iminente uma expansão de consciência nunca antes experimentada. As velhas formas de governo e de adoração religiosa tornaram-se obstáculos para esta expansão, porque impõem regras que qualquer pessoa medianamente sensível e inteligente sabe serem inúteis e contraproducentes. Todos contemplamos estarrecidos o fim de tanto fausto e tanta glória mundana, mas essa imagem traz alívio em vez de provocar horror, o que confirma a necessidade de se escrever um novo capítulo, o do estabelecimento de relacionamentos justos e corretos entre todas as pessoas de boa vontade, tendendo, assim, a uma civilização na qual o crime seja mera eventualidade e a justiça, a nota dominante.

     

    QUIROGA

    A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA

     
     
    Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares
    financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1
    milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma
    grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como
    garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000
    dólares.
     
    Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar,
    comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares.
    A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele comprometeu:
    comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho
    e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 636 polegadas, 43
    notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul,
    sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.
     
    Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis
    estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em
    construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham liquidez
     
    O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar
    outras casas e revender com lucro. Fácil...parecia fácil. Só que todo mundo
    teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a
    subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em
    imóveis se transformara num desastre.
     
    Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.
    Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3
    casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as
    prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do
    cartão de crédito.
     
    Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que
    pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria
    revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só
    pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou.
     
    Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3
    casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem
    receber de milhões de especuladores iguais a Paul.
     
    Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos
    que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou
    como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua
    família pararam de consumir
     
    Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam
    feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os
    empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos
    passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls
    esses títulos começaram a valer pó.
     
    Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam
    disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas
    também em bancos europeus e asiáticos.
     
    Os imóveis eram as garantias dos empréstimos mas esses empréstimos foram
    feitos baseados num preço de mercado desse imóvel, preço que despencou. Um
    empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de
    repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia
    compradores.
     
    Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como
    os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de
    Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de
    bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba.
     
    Acabou.
     
    Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por
    medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito.
    Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha
    crédito não queria dinheiro emprestado.
     
    O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é
    medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.
     
    O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de
    juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a
    injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush
    lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do
    imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações levam
    meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora
    não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.
     
    O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até
    que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma
    economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas
    economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear
    Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.
     
    No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo
    JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi
    vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160
    dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre
    quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O
    mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima
    segunda-feira.
     
    O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar
    apenas começando. Só o tempo dirá.

    25 DICAS PARA SER MAIS FELIZ

     

     

    01 - Seja ético.
     A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma
    valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta desejo de
    vingança.
     
    02 - Estude sempre e muito.
    A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para
    oferecer.
     
    03 - Acredite sempre no amor.
    Não fomos feitos para a solidão.
    Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando
    de uma forma ruim para você.
    Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.
     
     
    04 - Seja grato a quem participa de suas conquistas. 
    O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo
    trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros
    motivados.
     
    05 - Eleve suas expectativas.
    Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer.
    Os perdedores dizem: "Isso não é para nós".
    Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.
     
    06 - Curta muito a sua companhia.
    Casamento dá certo para quem não é dependente.
     
    07 - Tenha metas claras.
    A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que
    não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras
    ao sucesso, etc...
    Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
     
    08 - Cuide bem do seu corpo.
    Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida
    saudável. Seu corpo é seu templo.
    Gostar da gente deixa as portas abertas para os outros gostarem
    também.
     
    09 - Declare o seu amor.
    Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que
    queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são
    fundamentais.
     
    10 - Amplie seus relacionamentos profissionais.
    Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de
    oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos
    decisivos.
     
    11 - Seja simples.
    Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação
    desnecessários.
     
    12 - Não imite o modelo masculino do sucesso.
    Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos
    sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios.
    Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas
    conosco.
    Preserve a sensibilidade feminina - é mais natural e mais criativa.
     
    13 - Tenha um orientador. 
    Viver sem orientação é decidir na neblina, sabendo que o resultado
    só será conhecido, quando pouco resta a fazer.
    Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais
    bem sucedido, pra lhe orientar nas decisões, caso precise.
     
    14 - Jogue fora o vício da preocupação.
    Viver tenso e estressado está virando moda.
    Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas
    incompatíveis. Bobagem... Defina suas metas, conquiste-as e deixe as
    neuras para quem gosta delas.
     
    15 - O amor é um jogo cooperativo.
    Se vocês estão juntos é para jogar no mesmo time.
     
    16 - Tenha amigos vencedores.
    Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.
     
    17 - Diga adeus a quem não o merece.
    Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é masoquismo, é
    atrapalhar sua vida.
    Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando,
    empreste, venda, alugue, doe... e deixe o espaço livre para um novo
    amor.
     
    18 - Resolva!
    A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os
    problemas desnecessários.
     
    19 - Aceite o ritmo do amor.
    Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho,
    ninguém está sempre no auge da paixão.
    Cobrar de si e do outro, viver nas nuvens é o começo de muita
    frustração.
     
    20 - Celebre as vitórias.
    Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas
    queridas. Grite, Sorria, encha-se de energia para os desafios seguintes.
     
    21 - Perdoe!
    Se você quer continuar com uma pessoa, esqueça o passado para viver
    feliz. Todo mundo erra, a gente também.
     
    22 - Arrisque!
    O amor não é para covardes.
    Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza
    pedir. E o único risco será o de engordar.
     
    23 - Tenha uma vida espiritual!
    Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer.
    Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma.
    Oração e meditação são fontes de inspiração.
     
    24 - Muita paz.
    Aprender a olhar para as pequenas coisas, como o voar de pássaro, a brisa.
     
    25 - Harmonia e amor .... SEMPRE!!
     
     

    Mário Quintana

     
     
     
     
    Presença
     
     
    É Preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
    teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
    das horas ponha um frêmito em teus cabelos...
    É Preciso que a tua ausência trescale
    sutilmente, no ar, a trevo machucado...
    As folhas de alecrim desde há muito guardadas
    não se sabe por quem nalgum móvel antigo...
    Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
    e respirar-te, azul e luminosa, no ar...
    É Preciso a saudade para eu sentir
    como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...
    Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista,
    que nunca te pareces com o teu retrato...
    E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te...
     
     
     
     
     
     
     

    Belíssimo conteúdo musical

     

    NIENTE PAURA
    Testo e Musica: Luciano Ligabue
    Edizioni Warner Chappell Music Italia/Fuoritempo

    a parte che gli anni passano
    per non ripassare più
    e il cielo promette di tutto
    ma resta nascosto lì dietro il suo blu
    ed anche le donne passano
    qualcuna anche per di qua
    qualcuna ci ha messo un minuto
    qualcuna è partita ma non se ne va

    niente paura
    niente paura
    niente paura
    ci pensa la vita
    mi han detto così
    niente paura
    niente paura
    niente paura
    si vede la luna perfino da qui

    a parte che ho ancora il vomito
    per quello che riescono a dire
    non so se son peggio le balle
    oppure le facce che riescono a fare
    a parte che i sogni passano
    se uno li fa passare
    alcuni li hai sempre difesi
    altri hai dovuto vederli finire

    niente paura
    niente paura
    niente paura
    ci pensa la vita
    mi han detto così
    niente paura
    niente paura
    niente paura
    si vede la luna perfino da qui

    tira sempre un vento
    che non cambia niente
    mentre cambia tutto
    sembra aria di tempesta
    senti un po’ che vento
    forse cambia niente
    certo cambia tutto
    sembra aria bella fresca

    a parte che i tempi stringono
    e tu li vorresti allargare
    e intanto si allarga la nebbia
    e avresti potuto vivere al mare
    ed anche le stelle cadono
    alcune sia fuori che dentro
    per un desiderio che esprimi
    te ne rimangono fuori altri cento

    niente paura
    niente paura
    niente paura
    ci pensa la vita
    mi han detto così
    niente paura
    niente paura
    niente paura
    si vede la luna perfino da qui

     

     

     

    Niente Paura
    Produzione artistica di Corrado Rustici
    Arrangiamenti: Corrado Rustici e Ligabue
    Produzione esecutiva: Claudio Maioli per Zoo Aperto
    Registrato e mixato da David Fraser presso i Plant Studios, Sausalito, California - Assistito da Mike Boden

    Musicisti:
    Corrado Rustici - chitarre, tastiere, trattamenti e programming
    Michael Urbano: Batteria
    Sean Hurley: basso
    Frank Martin: piano

    Mastering: George Marino presso Sterling Studios New York

    *mais sobre o artista:  http://www.ligachannel.com/


    Do início...

    Tudo começou em janeiro de 2004 - toda passagem de ano determino um objetivo especial a conquistar, apenas um - o de 2004 foi  encontrar os documentos necessários para fazer valer meu direito a cidadania italiana/europeia e assim seguir do Brasil para Europa e requerer minha dupla cidadania no país de origem do meu bisnono - Itália.
     
    Em agosto a viagem estava marcada, e com todos os documentos encontrados mas por cumprir um lento caminho burocrático, decidi fazer uma paragem em Portugal, que a princípio deveria ser de um mês...dois no máximo. Porém, como todos nós sabemos, a vida nos leva de encontro aos nossos objetivos por caminhos que nem sempre são os de nossa escolha, mas são incrivelmente melhores do que poderíamos supor.
     
    E foi assim, com a vida "retardando" a conquista de um documento, que tive a mais feliz oportunidade de conhecer um povo tão peculiar na forma de ser e estar na vida, que sem qualquer questionamento me acolheu com o calor do coração, da alma e de uma casa aconchegante. Isabel, Júlia e Deolinda, Ágata (meu Deus, a Ágata!), Magda, Vera, Sueli, Palmira (vixemariasantíssima!!!), MarcoJucá, tantos amigos queridos, tantos clientes que aceitaram meu trabalho "esquisito" e tantos destes que viraram amigos do peito...
     
    Maio de 2007, com aquele aperto que já era de saudade, com aquele nó na garganta que dá quando temos que ir embora, sigo adiante sem brigar com a vida.
     
    Hoje, depois de sete meses de Itália, tenho em mãos o documento que reconhece minha cidadania italiana; uma casinha gostosa para receber todos os amigos; um novo caminho a trilhar e muita disposição para aprender mais e mais...
     
    Agradeço com imenso amor e carinho a todos que direta ou indiretamente me ajudaram a estar aqui agora... Especialmente ao Artur (meu paciente irmão), a Sandra e Edu (meus vizinhos queridos) que me dão integral suporte no Brasil e ao Max (mio fidanzato) que me "aguenta" aqui na Itália. :-)
     
     
    Desejo que 2008 seja um ano de Grandes ReEncontros
    ...no mais amplo significado da palavra...
     
     
     
     
     
      Rosana Costa
     

    O Primeiro Postal de Natal

    O primeiro postal de Natal surgiu na Inglaterra, pelas mãos do pintor John Callcott Horsley (1817-1903), em Dezembro de 1843, a pedido de Sir Henry Cole (1808-1882), director do South Kensington Museum (rebaptizado, em 1899, de The Victoria and Albert Museum).

     Sir Henry Cole era assistente no Public Records Office, para além disso era escritor e editor de livros e jornais. Cole escreveu livros sobre arte e arquitectura sob o pseudónimo de Felix Summerly, e fundou o jornal The Journal of Design. Este possuía, ainda, o Summerly's Home Treasury, através do qual eram publicados livros infantis, de entre as histórias publicadas contam-se "Cinderela", "João e o pé de feijão" e  "A Bela e o Monstro", entre outros.

    No Natal, Sir Henry escrevia cartas aos seus familiares, amigos e conhecidos, desejando-lhes Boas Festas. Contudo, devido ao seu trabalho, este tinha pouco tempo para escrever tantas cartas. Assim , ele (tal como todas as outras pessoas que escreviam cartas de Boas Festas) comprava papel de carta decorado com motivos natalícios ou então, comprava postais de festas genéricos, nos quais se podia acrescentar a festa de que se tratava. Perante isto, Sir Henry pediu a  Horsley para lhe criar um postal com uma única mensagem que pudesse ser duplicada e enviada a todas as pessoas da sua lista.

    A primeira edição destes postais foi colorida à mão, nestes podia ver-se uma família a festejar com a legenda "Merry Christmas and a Happy New Hear to You" (Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para ti). Estes foram impressos num cartão por Jobbins de Warwick Court, Holborn, Londres, sendo, posteriormente, pintados à mão por um profissional de nome Manson. Estes foram publicados no " Summerly's Home Treasury Office, 12 Old Bond Street, Londres", pelo seu amigo e sócio Joseph Cundall.

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    É Preciso Saber...


    Discurso do Ministro Brasileiro da Educação nos EUA... 
    * Este discurso não foi publicado, foi censurado.

    Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro
    da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da
    internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência
    alguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os
    brasileiros). 

    O jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um
    Humanista e não de um Brasileiro.
     
    Esta foi a resposta de Cristovam Buarque: 

    "De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
    internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o
    devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo
    o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua
    internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para
    a humanidade.
     
    Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
    internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
    O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
    Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no
    direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu
    preço.
     
    Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
    internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres
    humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.
     
    Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
    decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas
    financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
    Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos
    os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
    Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio
    humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património
    natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um
    proprietário ou de um país.
     
    Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um
    quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido
    internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão
    realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades
    em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho
    que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo
    menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,
    Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com
    sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo
    inteiro.
     
    Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas
    mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais
    nucleares
    dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas
    armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as
    lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
    Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm
    defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da
    dívida.
     
    Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha
    possibilidade de COMER e de ir à escola.
    Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o
    país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.
    Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as
    crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não
    deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam
    viver.
     
    Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
    Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a
    Amazónia seja nossa.
    Só nossa!"

    Beijo na Boca

     

     

     

    O primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, segundo indica uma pesquisa sobre o ato de beijar realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York.

     

    No estudo, que analisou reações e percepções de 1.041 pessoas sobre o beijo, 59% dos homens e 66% das mulheres disseram já ter descoberto, após o primeiro beijo, não estarem mais interessados em alguém por quem se sentiam atraídos anteriormente.

     

    O que ocorre durante um primeiro beijo pode ter um efeito profundo sobre o futuro do relacionamento”, relataram os autores da pesquisa no artigo publicado na revista científica Evolutionary Psychology.

     

    Talvez o beijo nessas circunstâncias pode ativar mecanismos evoluídos que funcionam para desencorajar a reprodução entre indivíduos que podem ser geneticamente incompatíveis”, dizem os pesquisadores.

     

    Forma de avaliação

     

    O estudo indicou ainda que as mulheres em geral dão mais importância aos beijos do que os homens.

     

    Elas utilizariam o ato inicialmente como uma forma de avaliar o receptor do beijo como um parceiro em potencial e, posteriormente, como forma de manter a intimidade e de analisar a condição do relacionamento.

    Segundo o estudo, as mulheres teriam mais propensão em avaliar as habilidades do parceiro com pistas químicas (como o hálito e o gosto de suas bocas) e tomariam a aparência dos dentes como uma das principais variáveis analisadas para tomar a decisão de beijar alguém.

     

    Os homens, por sua vez, utilizariam o beijo primordialmente como ferramenta para aumentar a possibilidade de envolvimento em uma relação sexual, segundo a pesquisa.

    Eles teriam menos reservas em relação à escolha de alguém para beijar ou manter uma relação sexual.

    Os homens estariam mais propensos a ter sexo com alguém sem beijar, a ter sexo com alguém a quem não se sentem atraídos ou com alguém que consideram não beijar bem.

     

     

     
     

    Estar Sozinho...

     
    Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio.
    As relações afetivas também estão passando por profundas transformações
    e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação
    compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade,
    respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de
    dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

    A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu
    com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
    O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos
    encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes
    ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem
    atingido mais a mulher. Ela abandona suas características para se amalgamar
    ao projeto masculino. A teoria da ligação entre os opostos também vem dessa
    raiz: o outro tem de saber o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo,
    e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência e pouco romântica, por sinal.

    A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de
    necessidade pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não
    preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais
    tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e
    aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a
    perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se
    estabelece um elo, também sente uma fração. Não é príncipe ou salvador
    de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

    O homem é um animal que vai mudando o mundo e depois tem de ir se
    reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era
    da individualidade , o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não
    tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela
    financeira ou moral. A nova forma de amor, tem nova feição e significado.
    Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela
    só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
    Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado
    estará para uma boa relação afetiva.

    A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade
    à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o
    ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem juntos.
    Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século
    passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de
    referência para avaliar ninguém. Muitas vezes pensamos que o outro é nossa
    alma gêmea e , na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

    Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer
    um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo
    entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas
    dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna
    menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira
    de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
    Nesse tipo de ligação, há aconchego o prazer da companhia e o respeito pelo
    ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes
    você tem que aprender a perdoar a si mesmo...



                                                                                                                                      Flávio Gilkovate (médico psicoterapeuta)

     

                        

     

                                      "A PIOR SOLIDÃO É AQUELA QUE SE SENTE QUANDO ACOMPANHADO" 

     

     

    Dias estranhos tenho passado...

     


    Estranha estou EU nos dias que passam...


    No escuro... No fundo sem fim... Na estrada sem sinalização...

    Na barca furada... No carro sem freio... Na ponte caída...

    Na bola de neve... No olho do furacão... Na ponta do iceberg...


    Espero...


    Que se abram as janelas... Bater o pé pra subir... Ver uma placa indicando o caminho...

    Tapar o buraco... Não precisar do freio... Um riachinho...

    Brincar com o bola de neve... Piscar o olho... Derreter o ice no copo com limonada... 

     

    Rosana Costa©

     

     

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                              CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA




    Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.

    Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos, ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias. Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.

    Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso, como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo.

    Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais.

    Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:


    "A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais"

    Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal:


    A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!


    É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.


                               http://www.amazoniaparasempre.com.br/

     

    links relacionados:

    http://www.obt.inpe.br/prodes/

    http://www.ipam.org.br/web/index.php

    http://www.brasil-turismo.com/amazonia.htm

    http://www.lbaconferencia.org/port/press_images.htm

     

     

    ... estranho...

    Io non sono pronta a te lasciare.. Mio cuore non permette questo..
     
    Racionalmente, esta seria a melhor atitude.
     
    Passo horas tentando compreender o que, quem, quando, por que... Desapareceu o estimulo que trazia a tona o melhor de mim e deu lugar ao PIOR de mim..
    O PIOR que eu Detesto e que para os outros é insuportável...
     
    Quando foi que os bons sentimentos me esvaziaram?
    Quando foi que a boa intenção deixou de permear o caminho?
    Quando foi que me perdi de mim mesma?
     
    Terá sido no momento em que o outro me frustrou por qualquer motivo?
    Terá sido por repetidas frustrações com motivos importantes?
    Mas então, se dei Plenos Poderes, a responsabilidade é mesmo toda minha...
     
     
    Se Relacionamento é uma Arte...
    Sou em pessoa a incompetência artística!
     
     
    Rosana

    Caldo... molto caldo...

    É assim que está o clima por aqui...
     
    Caldo... veramente caldo...
     
    Sim!! Estou em Itália e uma nova fase se inicia agora...
     
     
     
     
     
     
     

    Então...

                Quer um abraço?
     
     
    Há um ano, Juan Mann era só um homem estranho que ficava parado no Pitt
    Street Mall em Sydney, Austrália, oferecendo abraços de graça para as
    pessoas que passavam pelas ruas. Um certo dia, Mann ofereceu um abraço a
    Shimon Moore, o líder da banda Sick Puppies e, desde então, se tornaram bons
    amigos. Um certo dia Moore decidiu gravar Mann fazendo sua campanha por
    "Free Hugs".
     
    Na medida em que o Free Hugs atingia proporções maiores, o conselho da
    cidade tentou banir a campanha. Então Mann e seus amigos fizeram uma
    petição com mais de 10.000 nomes apoiando a campanha do abraço de graça.
     
    Quando Mann morreu, Moore decidiu mixar o vídeo que ele tinha feito do Free
    Hugs com a música "All the Same", que ele havia gravado com a sua banda Sick
    Puppies. Vale a pena conferir o vídeo. Um filme que apresenta uma verdadeira
    história que inspira humanidade e esperança.
     
    Algumas vezes um abraço é tudo que precisamos. Free Hugs é uma história
    real, sobre um homem que acreditava que sua missão era trazer alegria na
    vida das pessoas através de um abraço.
     
    * play video

    2007

     

    Há um sete em 2000.

    E há quem diga que sete é número de mentiroso.

    Mas para falar a verdade, acho que isso é o maior Um Sete Um.

    Na bíblia, sete significa perfeição e plenitude.

    Na química, PH neutro e equilibro.

    Para Deus, sete foram os dias necessários para toda a sua criação e o

    merecido descanso.

    Para James Bond, sete é o número que acompanhando de dois zeros conquista as mulheres.

    Por falar nisso, sete são as maravilhas do mundo!

    Sete também são as vidas do gato.

    Mas como a sua é uma só, aproveite 2007, sete dias por semana.

    Imite a sétima arte: sonhe e crie histórias para um 2007cinematográfico.

    Faça como a branca de neve: tenha no mínimo sete amigos.

    Se aparecer algum bicho de sete cabeças, lembre-se que depois da chuva

    vem as sete cores do arco íris.

    E com o Sol, vem o Dó-Ré-Mi-Fá-Lá-Si ...

    A vida é assim mesmo: um jogo, ora com 7erros, ora com dezena de acertos.

    Não vale a pena acreditar que quebrar um espelho trás sete anos de azar.

    Mas muito cuidado com os sete pecados capitais.

    Que 2007 seja tudo aquilo que você sempre quis.

    Elevado a sete.

    Sete abraços e infinitas possibilidades e felicidades!

     

    * Este texto foi adaptado e não sei quem o escreveu, chegou por e-mail, e eu que já andava bastante curiosa sobre o número 7...

        E para os que como eu são curiosos, deixo  alguns endereços interessantes sobre o assunto:

      http://www.joselaerciodoegito.com.br/site_tema387.htm

      http://www.mtm.ufsc.br/~andsol/portugues/mat/sete.html

      http://jangadabrasil.com.br/fevereiro30/al30020a.htm 

      http://www.eusouluz.iet.pro.br/setenario.htm

     http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/105895

     

     

     

     

    ...

    Tou quase chegando...
     
    Pra já deixo um enorme beijo a todos os queridos que passam por aqui!! *

    Manias...

     

    Aiaiaiiiiii Minhas manias....


    Nossa Senhora!!

    Tem é tempo que isso está na minha cabeça...  

    É o tema da brincadeira de minhas colegas de blog...

     

    Fiquei pensando...


    Esta semana me lembrei de uma mania de anos.

    Toda vez que compro um par de sapatos, daqueles tipo: minha cara; saio da loja e imediatamente começo a olhar todas as vitrinas de sapatos para comparar o preço, só para ter certeza de que fiz uma excelente compra.


    Mania de arrumar tudo antes de fazer a bagunça, por exemplo:

    -Arrumar a mesa de trabalho antes de começar a trabalhar, isso é claro, quando a mesa de trabalho não é só minha, se fosse, já estaria arrumada, SEMPRE!


    -Arrumar a cama antes de dormir, tipo assim, acordo muito cedo, levanto, escovo os dentes, tomo o café, e no final quero dormir mais, então arrumo a cama bem arrumada e depois desarrumo para dormir de novo!


    Não durmo em lugar algum sem ter certeza absoluta de que está limpo, se o lençol é sem "bolinhas"  daquelas que a gente sente na pele.. pffffffffffffffff


    Tiro todos os fiapinhos de cada gomo da mexerica e depois a pele toda antes de comer...


    Mania de dar palpite. Manias... Manias... Manias...


    Mania de tantas coisas, mas não vou entregar assim não...  :-)