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Flauta de LótusCambalear ao som da vida... |
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DESABAFO DE UM BOM MARIDO Luís
Fernando Veríssimo
Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras. Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: 'Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar'. Daí comprei pra ela uma cadeira elétrica. Eu me casei com a 'Sra. Certa'. Só não sabia que o primeiro nome dela era 'Sempre'. Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: 'O que tem na TV?' E eu disse 'Poeira'. No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso. Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer. Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dente e lhe entreguei. '- Quando você terminar de cortar a grama,' eu disse, 'você pode também varrer a calçada.' Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida'. 'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido... É sempre bom saber...
Empresa é responsável por furto, roubo ou danos a veículos em estacioamentos
por Marcelo Moreira,
LÍGIA TUON E ELENI TRINDADE - JORNAL DA TARDE Furto e roubo de veículos em estacionamentos de shopping centers ou supermercados têm de ser ressarcidos pelos estabelecimentos, por mais que estes neguem sua responsabilidade. A coluna Advogado de Defesa do JT recebeu dez queixas nos últimos meses de leitores que tiveram prejuízos por furto de veículo em estacionamento de supermercados. As dificuldades para receber a indenização são grandes. O técnico de segurança do trabalho Edison Alexandre, por exemplo, deixou seu carro no estacionamento de um supermercado para fazer compras com sua família e, quando voltou, notou que a porta estava aberta. “O ladrão levou o estepe e o rádio do carro, mas deixou nossas bolsas”. De acordo com Alexandre, o estabelecimento se negou a ressarci-lo, pois duvidou de sua palavra, uma vez que as bolsas continuarem dentro do veículo. Luiz Guilherme Natalizi, advogado especializado em direito do consumidor, alerta que o cliente tem direito a reparação material e moral se fizer a denúncia imediatamente em algum livro de reclamações ou em papel timbrado do estabelecimento. “Reclamar uma semana depois do ocorrido cria a dúvida se o fato ocorreu no local.” Natalizi orienta a vítima do roubo ou do dano a não devolver o bilhete de estacionamento antes de receber um documento que registre a reclamação. “Se o registro for negado, a polícia deve ser informada”. Esse direito é assegurado por súmula do Superior Tribunal de Justiça (STJ) 130, editada em 1995, e pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). Segundo Regina Andrade, técnica do Procon-SP, o cliente não precisa se sentir intimidado se, no verso do bilhete de estacionamento, estiver escrito que a empresa não é responsável por eventuais prejuízos, pois a cláusula não é válida. “O CDC entende que o fornecedor não precisa ser culpado pelos danos para ser responsabilizado. Afinal, o estacionamento é um atrativo para que o consumidor visite o estabelecimento”. Além disso, Regina ressalta que o consumidor tem razão até que se prove o contrário. “Fica a cargo do fornecedor apresentar provas que mostrem que o cliente está errado. Se não, deverá indenizá-lo”. O consumidor deve acionar o Juizado Especial Cível e registrar a reclamação se a empresa negar o ressarcimento. É boa a chance de o consumidor ganhar, se o juiz considerar a história verossímil. Homens... ?2.06.09por David Moisés, Seção: Estudos/estatísticas 20:05:44.
Marmanjos de 30 anos que moram na casa dos pais tendem a justificar seu arrastado processo de saída do ninho enumerando sérias questões estratégicas: necessidade de garantir primeiro um bom início de carreira, turbinar o currículo com pós-graduações em série, começar uma boa poupança, não queimar dinheiro com moradia própria etc. Mas experimente tirar a mamãe do cenário. Sem ela na casa, cuidando da comidinha do filhão, das roupas lavadas & passadas e da arrumação do quarto superequipado, todo esse cenário econômico perde magicamente a importância, e eles caem fora. Isso aparece em números: homens de 25 a 34 anos que vivem nas regiões metropolitanas do Brasil têm chances três vezes maiores de morar com os pais quando a mãe está na área. A cientista social Regiane de Carvalho estudou microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) para sua dissertação de mestrado sobre as chamadas famílas-cangurus (que retêm os filhos por mais tempo) e constatou que "o fato de ter ou não mãe viva foi uma variável muito importante". Tão importante que ela deu a seu trabalho o título sugestivo Casa, comida e roupa lavada: fatores associados à saída do jovem brasileiro do domicílio de origem, apresentado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Entre 1986 e 2006, a proporção de homens de 25 a 29 anos vivendo com os pais, nas cidades brasileiras, subiu de 32,2% para 44%. Na faixa dos 30 a 34 anos, disparou de 13,7% para 22,2%. "A maioria tem alto nível de escolaridade e trabalha", conta Regiane. É bem verdade que as mulheres também passaram a ficar mais com os pais: segundo a PNAD, em 20 anos cresceu de 46,3% para 50,4% a parcela de filhas de 25 a 34 anos nas famílias urbanas do País. Mas, além de ser um aumento comparativo bem menor, cresceu o porcentual de mulheres que ocupam posição de responsáveis pelo domicílio, diferentemente do que ocorre com os filhos do sexo masculino.
Além disso, é preciso estudar mais a fundo a participação do filho no domicílio, para fazer uma distinção entre aquele que está em casa aproveitando o conforto da mãe e aquele que não pode ir embora porque os pais são idosos e ele precisa morar junto para cuidar, inclusive sustentando ou ajudando economicamente. "O ideal seria fazer um estudo qualitativo entrevistando diretamente os jovens e conhecendo histórias individuais, o que é um trabalho que ainda pretendo fazer no futuro, talvez no doutorado", diz a pesquisadora.
"As famílias conviventes são, em grande medida, constituídas por filhos(as) jovens (não só os adolescentes) que se casam e/ou têm filhos, mas que continuam, pelo menos por um tempo, no mesmo domicílio que seus pais. Esta é uma particularidade dos arranjos domiciliares do Brasil. A permanência na casa dos pais coexistindo com a parentalidade/maternidade precoce, indica que o(a) jovem, embora permaneça em certo grau dependente dos pais, já adquiriu papel social e responsabilidade de adulto", comenta a cientista social. QUALCOSA CHE NON C'ÈTutto questo tempo a chiedermi Cos'è che non mi lascia in pace Tutti questi anni a chiedermi Se vado veramente bene Così Come sono Così Così un giorno Ho scritto sul quaderno Io farò sognare il mondo con la musica Non molto tempo Dopo quando mi bastava Fare un salto per Raggiungere la felicità E la verità è che Ho aspettato a lungo Qualcosa che non c'è Invece di guardare il sole sorgere Questo è sempre stato un modo Per fermare il tempo E la velocità I passi svelti della gente La disattenzione Le parole dette Senza umiltà Senza cuore così Solo per far rumore Ho aspettato a lungo Qualcosa che non c'è Invece di guardare Il sole sorgere E miracolosamente non Ho smesso di sognare E miracolosamente Non riesco a non sperare E se c'è un segreto E' fare tutto come Se vedessi solo il sole Un segreto è fare tutto Come se Fare tutto Come se Vedessi solo il sole Vedessi solo il sole Vedessi solo il sole E non Qualcosa che non c'è ELISA TOFFOLI O fim que traz alívio
QUIROGA |
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Olá! Sinta-se em casa!
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